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Nesta seção não pretendemos discorrer com profundidade sobre o tema lentes espessas, que é bastante longo, mas apenas apresentar alguns conceitos básicos. Inicialmente introduziremos a idéia dos planos principais de uma lente espessa, cuja definição está apresentada na Fig. 3.8. O traçado de raios neste caso é bem similar ao que vimos na associação de duas lentes finas.

Fig. 3.8 - Formação de imagem por uma lente espessa e definição
dos planos principais primário (H) e secundário (H’).

A equação do fabricante de lentes pode ser deduzida no caso de uma lente espessa, através do método de multiplicação de matrizes, porém, levando em conta a matriz de translação num meio de espessura t e índice de refração n. Com este procedimento obtém-se:

(3.29)

onde a definição R1 positivo (negativo) para superfícies convexas (côncavas) foi usada. O cálculo das distâncias d1 e d2é feito da mesma maneira que na seção 3.3, sendo que as interfaces de raios R1 e R2 fazem o papel das lentes finas. A translação ocorre num meio de espessura t e índice de refração n. As posições dos planos principais são dadas por:

(3.30a)

(3.30b)

A eq. (3.8) continua válida desde que as distâncias do objeto (s) e da imagem (s’) sejam medidas em relação aos planos principais.

Sergio Carlos Zilio

 

 
   

 


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