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Consideremos agora o caso em que o meio (1) é mais refringente.  Isto é, esse meio tem um índice de refração maior do que o outro meio.  Consideremos a luz incidente nesse meio mais refringente.  Agora ver-se-á que o ângulo de incidência atinge um valor máximo o qual é o limite para incidência com a ocorrência de refração.

Novamente aqui podemos argumentar que para ângulo de incidência nulo teremos ângulo de refração nulo.  Ao aumentarmos o valor do ângulo de incidência teremos um aumento no ângulo de refração.  No entanto, agora o ângulo de refração é sempre mais do que o ângulo de incidência (pois ).

A determinação do ângulo limite de incidência é feita de uma maneira inteiramente análoga ao caso anterior.  Utilizamos a lei de Snell-Descartes e lembrando que o maior valor possível (em princípio para o ângulo de refração) é 90o obtemos o ângulo limite de incidência ( ) ou seja:

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Portanto, para

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O que ocorre se a luz incidir num ângulo superior àquele limite dado pela expressão acima?  Nesse caso, ocorre o que é a denominada de reflexão total.  Isto é, a luz retorna para o meio do qual ela se originou.  Simplesmente não ocorre refração

       

A ocorrência da reflexão total é responsável por um tipo de dispositivo utilizado hoje em larga escala na área das telecomunicações.  Trata-se das fibras ópticas.  As fibras ópticas permitem que a luz seja conduzida através da direção de uma fibra (a fibra óptica).  Ela se tornou fundamental como meio para levar informações codificadas.  E é hoje um dos principais instrumentos voltados para o trânsito de informações (na telefonia, por exemplo).

 

 

   

 


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