
Em
princípio, a uma fonte luminosa diminuta a grandes distâncias
(fonte puntiforme) o olho humano deveria associar um ponto focalizado
na retina. Contudo, como o sistema óptico do olho humano não
é perfeito, forma-se na retina uma mancha de cerca de 11 microns
(não importando muito quão pequena é a fonte).
Esta mancha ocorre mesmo quando a resolução do sistema
é máxima. O brilho dessa mancha é intenso no
centro e se reduz gradualmente à medida que nos afastamos dele.
O diâmetro médio dos cones na retina são da ordem
de 1,5 microns.
Esses fatos acima nos levam a concluir que quando as imagens de dois
pontos são muito próximas na retina não teremos
mais como distinguir esses dois pontos (suas imagens não serão
percebidas como distintas). Um indivíduo só pode distinguir
imagens cuja distância na retina seja maior do que
(2 microns).
A acuidade visual máxima do olho humano é de 26 segundos
de arco (cerca de ½ ??). Esse é o limite da acuidade
visual. Ou
seja, dois raios luminosos entrando no olho devem ter uma separação
mínima de 26 segundos de arco entre elas para que as fontes
que os produziram possam ser identificados como fontes independentes.
Isto faz com que a uma distância de 10 m só podemos distinguir
pontos que estejam separados de, no mínimo, 1 milímetro
uns dos outros.
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