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Conquanto
seja difícil de entender, nós lidamos todos os dias,
ao longo do dia inteiro, com uma das partículas elementares.
Trata-se dos fótons.
Sempre
que você estiver em contato com a luz, qualquer luz (do Sol,
das estrelas, da lâmpada elétrica etc.) você
estará em contato com essas partículas elementares.
Isso porque, hoje sabemos, a luz é composta por essas diminutas
partículas. E isso só ficamos sabendo, ou melhor,
tivemos certeza no início desse século. Essa descoberta,
de que a luz é composta por fótons, também
devemos a Albert Einstein.
Essas partículas, os fótons, estão em todo
o Universo com certeza e em todas as suas regiões com a mesma
abundância. Eles são muito numerosos no Universo. Excedem
em muito as demais partículas.
Na realidade, quando falamos dos fótons estamos falando não
de um ou dois, mas de bilhões e bilhões.
Se os fótons são tão numerosos, por que não
sentimos os seus efeitos? Na realidade, podemos sentir os efeitos
associados à presença de grande número de fótons.
Por exemplo, só podemos ver se tivermos luz à nossa
disposição. Fótons com energia compreendida
entre dois valores (os quais explicaremos depois), e desde que em
grande número, compondo uma onda eletromagnética,
são capazes de sensibilizar um dos nossos sentidos (o da
visão).
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