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Uma bobina de Tesla, devido às altas freqüências das correntes envolvidas, possibilita uma montagem prudente para demonstrar fenômenos onde interferem muito altas tensões. É utilizada em experimentos relacionados com as altas tensões, com as altas freqüências, com a emissão de ondas de rádio, com os circuitos ressonantes, com as ionizações de gases etc. |
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Este é um aparelho montado para determinação da corrente de Foucault que são as correntes elétricas que aparecem em massas metálicas, como conseqüência da variação de fluxo que as atravessam. |
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Este equipamento é chamado Caixa de resistência por possuir em seu interior várias resistências de diversos valores que podem ser selecionadas utilizando o botão seletor. |
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A bobina de indução ou bobina de Ruhmkorff é um aparelho destinado a produzir baixa intensidade de corrente sob elevada tensão utilizando, como fonte primária de tensão, uma simples bateria de duas a quatro pilhas em série. |
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O sistema consiste em uma placa (parte de baixo) com um solenóide e uma bússola em seu interior. Ao ligar à bateria é possível observar o sentido do campo gerado por estes. |
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A foto mostra um Ohm padrão com vista superior. |
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A foto mostra um Ohm padrão visto lateralmente. Pode ser utilizado em experiências e demonstrações de eletrodinâmica. |
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O Reostato trata-se de uma resistência variável. A parte superior tem o objetivo de ajustar a resistência pretendida. Pode ser usado em experiências que envolvam circuitos. |
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A Esfera de Barlow destaca a ação do campo magnético (criado pela corrente elétrica que envolve o equador do globo) sobre os ímãs (bússolas), todavia, os campos magnéticos agem também sobre as correntes elétricas e esta ação manifesta-se com o aparecimento de força.
Quando o circuito esta aberto, a ponta de um dente toca no mercúrio da cubeta colocada entre os pólos do ima. Quando o circuito esta fechado, ao ligar o fio solto, ao corrente passa do dente para o Hg e a força que atua sobre ela põe a roda a girar.
Demonstrar como uma diferença no potencial elétrico pode ser gerado com elétrons livres se movendo em um campo magnético. |
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A "ampola de Crookes" é feita de vidro ou quartzo e dentro dela se faz o vácuo. Ela contém duas placas metálicas ligadas a uma fonte de tensão elétrica. A placa ligada ao pólo negativo é chamada de catodo e a outra, ligada ao pólo positivo, é o anodo. Quando a tensão entre o catodo e o anodo fica bem elevada surge um feixe luminoso que sai do catodo e atravessa o tubo. São os "raios catódicos". |
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A "ampola de Crookes" é feita de vidro ou quartzo e dentro dela se faz o vácuo. Ela contém duas placas metálicas ligadas a uma fonte de tensão elétrica. A placa ligada ao pólo negativo é chamada de catodo e a outra, ligada ao pólo positivo, é o anodo. Quando a tensão entre o catodo e o anodo fica bem elevada surge um feixe luminoso, chamado raios catódicos, que sai do catodo e atravessa o tubo. |
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Os aparelhos nos quais se estuda a eletrólise, que são constituídos por uma cuba com os dois eletrodos, são chamados VOLTÂMETROS. A fotografia é de um voltâmetro com os eletrodos já soldados no fundo. Veêm-se também duas provetas para recolhimento dos gases. |
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